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quinta-feira, 15 de março de 2012

(In)descrevendo-te (a minha esposa Rozana)




(In)descrevendo-te

Hoje é teu dia, sua primavera chegou! Homenageá-la com palavras, poemas, seria uma tentativa inútil de tentar demonstrar sua beleza. Beleza esta não externa, mas interna; a que vem do coração. Admirada és pela tua singular beleza de anja, beleza externa, digo. Mas a interna poucos conhecem. Muitos a amam, outros lhe odeiam pelos mesmos motivos… não suportam ver tua liberdade, e ao ver em você tudo o que queriam ser e ter lhe agridem sem ao menos dar-lhe chance de defesa! Mas outros lhe admiram e amam; e estes, tenho certeza, são muitos mais!

Hoje não tenho palavras… falta-me a escrita! E hoje também não quero tê-las… apenas quero falar-te o quão és importante pra mim e nossos filhos. Quão valiosa és pra nós! Diante de tudo que és, apenas em pensar descrever-te já me encabula. Portanto hoje eu não quero palavras, não as tenho, não cabem… não existem.

Quero apenas dizer e demonstrar o quanto te amo…
Você é para mim e nossos filhos a bussola, o norte…
És mãe, esposa, amante, anja e mulher
A mulher!

Anderson Luiz de Souza 

quarta-feira, 7 de março de 2012

Uma homenagem as mulheres - MULHER, SERENA BRAVURA




MULHER, SERENA BRAVURA

Mãe, esposa, amante, mulher…
Uma por vez ou todas numa só!
Lua, terra, natureza, água; todas mulher.
Humanidade singular, ambiguidade plena!
Especial és para nós, primeiro és mãe; depois mulher.
Rainha? Sim! De seus filhos, de seu homem, de seu lar e do mundo!

Serena como um anjo, cuida com amor de todos que ama,
Entregas-te de corpo e alma, não importando a dor e o preço.
Rasgado o coração, resiste a dor com indelével força e amor…
Entender suas lágrimas é impossível a nós,
Nossa simplicidade humana de macho, não nos permite.
Anjo bondoso, anjo sereno, choro molhado; és tu mulher!

Bravura mostras quando necessário brigar pelos teus,
Rainha que se transforma em guerreira
A palavra é sua espada, no olhar a força que nos alcança…
Vence apenas com estas armas… vens de onde?
Ubcéolo com o vinho sagrado do teu sagrado a nos servir,
Runfão é o homem, só encontrando prazer em teu cálice.
Anja, Lilith, menina, mãe… és mulher, nada mais…

Anderson Luiz de Souza

Licença Creative Commons
Mulher serena bravura de Anderson L. De souza é licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-Uso não-comercial-Vedada a criação de obras derivadas 3.0 Brasil.
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quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Poemas para meus filhos (amo vocês)


  
SAMUEL MATHEUS MEU FILHO AMADO



Sonhei, desejei, ambicionei ter você,
Amei desde o primeiro momento,
Mas algo em nosso caminho...
Um torpe caminho trilhei e você?
Estático observou e guardou em sua alma.
Linda criança minha, lindo sonho do papai...

Minh’ alma anda angustiada, agoniada, mas
Ainda que você não me veja como dantes,
Terás de volta o brilho que tinha nos olhos ao me ver chegar
Há meu amado filho, sou teu pai, és meu filho.
Em ti eu encontro forças para prosseguir e vencer, te honrar.
Um dia que está mais próximo que imaginamos, vamos nos olhar,
Simplesmente... Sem palavras, e vamos nos abraçar... Simplesmente.

Meu amado, meu pedaço, minha criança perdida num mundo só seu.
Eu vou aí... Vou ao seu mundo te buscar, resgatar seus sonhos e os meus.
Uma oração faço ao meu DEUS: manda seu Anjo cuidar de seu filho,

Filho que é meu, mas antes, é Teu. Pelo preço que teu Filho por ele pagou,
Inda que me custe à vida, mas quero meu filho feliz.
Lembro-me saudoso dos tempos de outrora... Pai e filho a brincar,
Havia coisa melhor pra você e pra mim? Não!
Outro sonho fui buscar num pesadelo se tornou.

Agora nas madrugadas pensando em você volto a sonhar
M eu amado, meu pedaço, minha criança perdida num mundo só seu.
Ainda que você não me veja como "Dante" (e verás),
Deste seu mundo vou contigo participar. Vou enfim te resgatar.
Olhando pra você com eterno amor, vou dizer: Vem pros braços do papai!


Para meu primogênito Samuel 
          
            Anderson L. de Souza



THIAGO MEU FILHO  


Trouxe-me tanta alegria ao sentir-te em meus braços
Haveria emoção maior? De certo que não!
Indelével prazer, ter você naquele momento
Ainda estavas coberto pela placenta… e eu, o senti.
Gritava minh ‘alma de alegria, gritava você de incerteza!
Obrigado meu filho, obrigado Thiago, obrigado meu Deus.

Meu caçula em meus braços… naquele instante senti
Entranhado em minha alma o gozo do céu…
Um pedaço deste céu… eu o senti!

Ficou para sempre este momento em mim
Indelével prazer, indelével sentimento, ter você!
Lágrimas caíram sem que eu notasse, e eu, o senti…
Há eu senti o céu… estive com você e sua mãe neste céu…
O que mais dizer? Nada! Vem de volta para o colo do papai…

Anderson L. De Souza
Ao meu caçula, como amor!

domingo, 17 de julho de 2011

Minas Gerais... Belo horizonte... os horizontes das gerais...(Fotos)


Minas Gerais... Belo horizonte... os horizontes das gerais...(Fotos)












































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